Como definir o output format ideal em subagents de revisão de código
Descubra o segredo para codereviews automáticas que não deixam passar nenhum erro crítico ao customizar o output format dos subagents. Veja como separar must fix, elogios e sugestões para acelarar deploys sem sustos.
Por que isso é importante
Subir código sem avaliar detalhadamente pode custar caro em bugs, falhas em produção ou retrabalho. Se você não personalizar como o seu subagent retorna o resultado da revisão de código, riscos críticos podem passar despercebidos por simples falta de clareza. Descubra como definir um output format consistente e nunca mais perca um “must fix”.
Nunca mais perca um erro crítico por falta de clareza no code review automático
Uma revisão de código manual pode deixar dúvidas e inconsistências no registro do que precisa mesmo ser consertado. No contexto de automações com subagents, tudo se resolve ao padronizar o formato do output: você deixa explícito o que é obrigatório consertar, o que funciona bem, e o que pode ser melhorado.
⚠️Atenção
Sem um formato padrão, fica fácil ignorar problemas críticos. Isso pode acabar em bugs sérios em produção, débitos técnicos ocultos ou retrabalho para toda a equipe.
Como estruturar o output format no subagent de revisão
Três categorias para não deixar nada escapar
Ao criar o subagent, defina que ele sempre deve separar a resposta em três partes: 1. Pontos positivos (“What’s good”) — assim você identifica boas práticas e reforça acertos; 2. Melhorias desejáveis (“To improve”) — aqui entram sugestões e refatorações não obrigatórias; 3. Must Fix/Critical Issues — categoria que exige atenção máxima: não pode subir nada para produção sem corrigir esses problemas.
ℹ️Checklist essencial
Todo output de revisão de código deve listar obrigatoriamente: pontos positivos, melhorias sugeridas e, em destaque, os “critical issues” a corrigir antes do deploy.
Por que destacar e separar critical issues é obrigatório
Misturar problemas leves e críticos dificulta priorização. Ao usar um output separado, você acelera aprovações, foca no que realmente importa para evitar erros graves e ainda registra feedback de valor para evoluir a equipe.
❌Erro frequente
Times que deixam “bugs must fix” misturados em sugestões acabam aumentando o risco de lançar código com falhas graves.
Como implementar output format no subagent na prática
Transforme revisão técnica em passo a passo eficiente
Inclua no seu script ou prompt a ordem exata de retorno: primeiro os elogios, depois as sugestões opcionais, por fim destaque os critical issues usando formatação diferenciada (“⚠️ Must Fix” ou similar). Isso guia o desenvolvedor de forma clara sobre o que corrigir antes de seguir.
⚠️Para não esquecer
Sempre valide se o subagent está mesmo retornando os “must fix” como uma seção separada, de preferência com destaque visual, antes de confiar nos resultados da revisão automática.
Dicas rápidas para criar outputs que todo mundo entende
Use linguagem simples, frases curtas e formatação padronizada em todas as análises. Crie convenções visuais (ex: emojis, cores, títulos em caixa alta) para separar as categorias. Assim, não há espaço para interpretações erradas.
ℹ️Alerta de clareza
Formatar o output não é perfumaria: é essencial para que ninguém da equipe alegue que não sabia das prioridades críticas.
O que NÃO fazer: armadilhas no code review automático
Evite outputs com frases vagas (“precisa melhorar algo aqui”) ou sem segmentação de categorias. Isso transforma a revisão automática em ruído — só resolve mesmo quando há clareza máxima no retorno.
⚠️Cuidado clássico
Se até um novo desenvolvedor não consegue saber o que precisa ser corrigido no output, você vai perder produtividade e confiança na automação.
Como testar se o seu output format funciona mesmo
A melhor forma é pedir para alguém revisar um código usando só o retorno do subagent: se ficar 100% claro sem explicações extras, a estrutura está adequada. Se surgirem dúvidas, ajuste o formato até eliminar ambiguidades.
✅Teste rápido
Faça um check prático: separe um bug proposital, rode a revisão e veja se ele aparece destacado (Must Fix/Critical Issue). Se passar batido, revise imediatamente seu script.
Benefícios para o time e deploy mais seguro — e rápido
Além de reduzir erros, a equipe ganha mais tempo nos deploys, revisores focam no que importa e todo feedback técnico já fica documentado para aprimoramentos futuros. Você ganha velocidade, qualidade e confiança no processo.
✅Dica extra
Times que adotam esse padrão de output conseguem diminuir bugs em produção e ganham mais respeito dos devs ao redor.
Como turbinar sua próxima code review — direto do canal Dev Doido
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Próximo passo: crie seu modelo de output e padronize com toda equipe
Defina já o padrão do seu output format, documente e compartilhe com o time. Dessa forma, todas as revisões ficam alinhadas e seu CI/CD agradece.
✅Checklist final
Valide regularmente se o padrão está sendo seguido com exemplos. A melhoria contínua começa na revisão!
Resumo: o segredo está em clareza e separação (e nunca só no código)
O formato do output do subagent pode decidir se um crítico será corrigido ou lançado sem perceber. O detalhe é: não adianta só rodar ferramenta — desenhe o formato do output pensando em quem vai ler e usar depois. Clareza máxima, categorias explícitas e nenhum erro invisível.
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Recapitulando: nunca dependa só do código rodando
O verdadeiro ganho de eficiência não está no automatizar por automatizar, mas sim em criar um processo inteligível onde todos os envolvidos sabem, lendo apenas o output, qual a prioridade e os pontos críticos. Prevenir é sempre melhor (e mais barato!) do que remediar.