Internet em 1997 e adoção de tecnologia | guia prático
Em 1997, vender livros pela internet soava absurdo. O paralelo com IA e novas stacks hoje: como ler ciclos de adoção sem chegar cedo demais ou tarde
Em 1997, vender livros pela internet soava absurdo. O paralelo com IA e novas stacks hoje: como ler ciclos de adoção sem chegar cedo demais ou tarde
Isso foi o que colocou o André Deve.
Almoço na vibe: sistema real de distribuição de leads para o comercial.
Centenas de livros depois, o filtro importa mais que a lista genérica de sempre.
Meu nome é Davidson, esse é o Vivendo de SaaS, um canal em português para quem quer aprender sobre software como serviço, sobre gestão
Meu nome é Davidson, esse é o Vivendo de Sass, e hoje eu quero falar sobre renda previsível com software.
React ao relato do André sobre o SaaS que morreu: leitura generosa e lições acionáveis para quem está no jogo.
Lições de quem lançou vários apps: pare de copiar o playbook alheio nas redes e monte o seu com restrições reais de caixa e energia.
O que era diferencial virou obrigação no mercado digital: analise o deslocamento e priorize o mínimo inviável de competitividade.
Se fosse recomeçar um negócio de IA de 7 figuras em 2025, o foco muda para cliente certo e gargalo real.
Sem objetivo final, app e YouTube viram hobbies caros.
O ato é tratado como ameaça a privacidade, expressão e acesso — com pressão para resposta política séria.
Mautic, Typebot e o padrão: software grátis + consultoria de setup/segurança.
Mentorado perguntou: sem produto, como medir? A resposta redefine o papel real do conteúdo.
Cinco motivos para desconfiar de survey clássica no negócio indie. Quando o questionário atrasa e o que fazer no lugar, com método claro.
1 milhao e numero. Antes vem objetivo do CPF, quem voce ajuda, oferta e modelo. So então a conta de clientes por mes.
Condolências ao Lidio — e análise fria: cadastros, clientes e o momento de não seguir.
Replicate.com como motor de features de IA: o que é arbitragem de API, exemplos visuais e o risco de margem quando o provedor muda preço ou limite.
Não é renda passiva pura: SaaS exige trabalho, mas cria recorrência. Introdução honesta para quem quer ganhar com software alugado.
Seis meses pós-lançamento: o que trouxe usuário, o que foi teatro e o plano seguinte. Relato bruto de produto indie com mock interview de IA.
Da reunião de meia hora ao contato em São Paulo — o lado contratual que ninguém mostra no demo day.
Criar site/SaaS sem vender é comum. Aula sobre conversão de clientes, calls e entrega — a parte que falta depois da estrutura pronta.
SaaS clássico (tipo QuickBooks) vs 'serviço como software': a diferença de abordagem e por que o segundo modelo ganha atenção agora.
Queda em uma caixa de geração e o cliente de recrutamento: ups and downs sem corte de edição — o que aprender do tombo antes do próximo pitch.
Storytelling em vendas não é prosa: são ideias de narrativa que espelham o discurso de oferta e reduzem resistência.
Componentes embarcados do Connect permitem onboarding de sellers dentro do produto, reduzindo abandono por redirect e mantendo a marca no funil.
Fundador com startup e YouTube: o que é sucesso operacional de verdade, o que é narrativa e como se posicionar enquanto o mercado de builders muda.
A indústria precisa de produto, ops e distribuição. Nem todo mundo no hit é quem canta.
Tier list após expose é entretenimento com vieses: use critérios explícitos se for aprender algo sobre o mercado.
Há anos, US$1.000 além do emprego parecia impossível. Como audiência e curso online entram na equação — sem romantizar a jornada na prática